Culto ecumênico em ação de graças encerra mais uma etapa do Complexo Trabalhista de Goiânia

TRT18 conclui 100% da estrutura dos blocos 1, 2, 3 e 4 do Complexo Trabalhista de Goiânia

A construtora Concretiza concluiu mais uma etapa da construção do Complexo Trabalhista de Goiânia e promoveu um culto ecumênico em ação de graças na manhã desta sexta-feira, 14/9. O evento aconteceu no bloco 2, um dos atingidos pelo incêndio em 2015, mas que já foi reconstruído e finalizado esta semana quanto à etapa de fundação, contenção e estruturas. Além dos administradores da empresa, participaram do evento o desembargador Aldon Taglialegna, o juiz Luciano Crispim, o diretor-geral Ricardo Lucena e outros servidores do TRT18. O culto ecumênico foi dirigido por pastores evangélicos.

O desembargador Aldon Taglialegna com o diretor da Concretiza, Carlos Silva, o diretor-geral do TRT, Ricardo Lucena, o juiz Luciano Crispim e o secretário-geral da Presidência, Túlio César Ferreira Lucas

Esta primeira etapa da obra envolveu a fundação e a estrutura dos quatro blocos do Complexo (duas torres, o plenário com a praça e os estacionamentos) e a reconstrução das estruturas atingidas pelo incêndio. O diretor da empresa, Carlos Silva, afirmou que o objetivo do culto ecumênico foi agradecer a Deus pelo feito da reconstrução dos prédios, que segundo ele foi um milagre. “Em meio a tanto caos no mundo, no Brasil principalmente, nós tomamos uma posição de prosseguir mesmo diante de um prejuízo e alcançamos uma benção de Deus ao terminar essa obra”, declarou.

O diretor do Tribunal, Ricardo Lucena, contou que o incêndio foi uma situação inusitada para o TRT, que acarretou vários problemas ao mesmo tempo e de difícil solução, como a destruição de uma boa parte da estrutura que já estava pronta, embargos do Ministério do Trabalho, além da negociação com a empresa para que ela assumisse os prejuízos advindos do incêndio. Ele elogiou a atuação do desembargador Aldon Taglialegna, presidente do TRT à época do incêndio, que comandou tudo pessoalmente para superar todos os obstáculos e hoje 100% da estrutura dos quatro blocos estão concluídas e boa parte da segunda etapa está bem avançada.

Ricardo Lucena também afirmou que 100% dos recursos necessários para terminar a obra já estão garantidos e a previsão é de que a obra seja entregue no final de 2019. A segunda etapa da obra, que já foi iniciada, deverá ser entregue no mês de maio do ano que vem, quando serão instalados os elevadores, os vidros de fechamento e vidros de pele do exterior, além da infraestrutura elétrica e hidráulica.

A terceira etapa da construção, que consiste no acabamento dos blocos 3 e 4 (plenário, praça e estacionamentos) também já foi iniciada este mês de setembro, pela empresa Porto Bello. O diretor-geral ainda informou que a licitação para a quarta e última etapa, que corresponde aos acabamentos de finalização total da obra, deverá ocorrer na segunda quinzena de outubro ou na primeira de novembro deste ano.

Ao discursar, o desembargador Aldon Taglialegna falou sobre o poder da fé e relembrou a noite em que o incêndio ocorreu. Ele falou da tristeza que sentiu ao ver as estruturas de concreto já erguidas serem consumidas pelo fogo. O ex-presidente do Tribunal ressaltou que não poupou esforços e fez várias visitas a Brasília para conseguir recursos e vencer dificuldades administrativas para, aos poucos, destravar a obra que ficou paralisada temporariamente após o incêndio. “Fiz tudo aquilo que era possível fazer junto com o diretor-geral que eu escolhi, o Ricardo Lucena”, frisou.

Aldon Taglialegna ainda mencionou o exercício de fé durante sua gestão na presidência do TRT por ter presenciado, além do incêndio, corte orçamentário e inundações provocadas por chuvas. Ele leu um trecho bíblico de Isaías, capítulo 43, que fala justamente de travessia da água e do fogo e da proteção divina. “Posso dar meu testemunho de que passamos pelas águas e pelo fogo. A água não nos submergiu e o fogo não nos queimou porque o TRT continua, o prédio está aqui, essa fase foi finalizada, a obra está continuando e continuará. Nós teremos e seremos aqui uma casa de Justiça e de pacificação”, concluiu.

Complexo Trabalhista

O Complexo Trabalhista de Goiânia, quando finalizado, compreenderá um total de quatro prédios, sendo um destinado às unidades administrativas (Edifício Ialba-Luza), o segundo para as 18 Varas do Trabalho de Goiânia (Fórum Trabalhista) e o terceiro e quarto prédios, que estão sendo finalizados, abrigarão os Gabinetes de Desembargadores, quatro salas de sessões das Turmas e do Pleno, além das unidades judiciárias de 2º Grau. No centro do Complexo haverá o Plenário, uma praça e os estacionamentos no subsolo.

Obras do Complexo Trabalhista:

Galeria de fotos:


Lídia Neves

Setor de Imprensa/CCS

 

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