Cejusc de Goiânia realizou mais de 10 mil conciliações entre julho de 2018 e junho de 2019, conforme dados colhidos pela Corregedoria

Corregedor Daniel Viana em reunião com o juiz coordenador do Cejusc, Eduardo Thon, o diretor da Secretaria da Corregedoria Regional, Marcelo Marques, e a diretora do Cejusc, Leila Alves

Acordos homologados pelo Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc) do Fórum Trabalhista de Goiânia entre julho de 2018 e junho de 2019 totalizaram R$ 116.242.397,21 . No mesmo período, o centro de conciliação incluiu em pauta 25.899 processos, dos quais 10.075 foram conciliados, considerando no cômputo os processos nas fases de conhecimento, execução e recursal. O percentual de acordos foi de 38,90%, 42,30% e 34,38%, respectivamente, para as audiências iniciais, processos de execução e 2º grau. O primeiro índice inclui todas as ações recebidas. Excluídos os processos arquivados e as desistências, o número de ações que chegaram às 18 Varas do Trabalho integradas ao Cejusc cai para 23.134.

Equipe do Cejusc com o corregedor e o diretor de Secretaria da Corregedoria do TRT-18

Esses dados estatísticos estão registrados na ata assinada pelo desembargador-corregedor do TRT-18, Daniel Viana Júnior, que concluiu a correição no Cejusc da capital no último dia 12. Ele parabenizou o juiz coordenador do Centro, Eduardo Thon, a diretora da unidade, Leila Alves, e os servidores conciliadores que lá atuam e estavam presentes no encerramento da visita correicional. “Vocês fazem parte de uma das unidades mais importantes do Tribunal. Todas as reclamações passam pelo Cejusc. É a porta de entrada da Justiça do Trabalho”, disse o corregedor ao lembrar que, muitas vezes, as partes sequer chegam a subir até as Varas do Trabalho, resolvendo os conflitos ali mesmo no centro de conciliação.

Embora reconheça que a situação econômica atual do país não revela um cenário favorável ao incremento das conciliações, o desembargador-corregedor pediu ao juiz Eduardo Thon e aos servidores do Cejusc que continuem envidando os esforços necessários para a pacificação dos conflitos trabalhistas submetidos à apreciação da unidade.

Da esquerda para a direita: diretora do Cejusc, Leila Alves; presidente da Agatra, advogado Jerônimo José Batista Júnior; desembargador-corregedor do TRT-18, Daniel Viana, e a juíza auxiliar da 15ª VT de Goiânia, Camila Vigilato, que estava atuando no Cejusc no dia da visita correicional

Por fim, Daniel Viana agradeceu ao juiz Eduardo Thon e aos servidores do Cejusc da capital pela valiosa contribuição dada no desempenho do Tribunal em relação às metas nacionais e específicas fixadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2018 para a Justiça do Trabalho. O TRT 18 cumpriu 6 das 7 metas do CNJ e esteve bem próximo de cumprir a meta 3, da conciliação, cujo grau de cumprimento aferido foi de 99,7%.

Advogados

Durante os trabalhos correcionais, o desembargador Daniel Viana recebeu a visita dos advogados Jerônimo José Batista Júnior, presidente da Agatra, e Haldson Martins Braga. Eles elogiaram a atuação dos juízes Eduardo Thon e Fabiano Coelho (vice-coordenador do Cejusc), destacando o cordial tratamento dispensado aos advogados e o encurtamento dos prazos das audiências iniciais. Além de Jerônimo Júnior também estiveram presentes, no encerramento da correção, os advogados Guilherme Menezes e Paula Tavares.

Setor de Imprensa/TRT-18

 

 

 

 

 

 

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