A filósofa, psicanalista e poeta Viviane Mosé encerrou o ano letivo da Escola Judicial do TRT-GO na sexta-feira, 5/12, no auditório Villa Boa do tribunal, com a palestra “Por um ser humano mais amplo”, na qual abordou a crise civilizatória contemporânea e seus impactos sobre a saúde psíquica. Para Mosé, embora problemas ambientais e tecnológicos sejam evidentes, a crise contemporânea é uma crise humana. “A gente está indo muito bem no que diz respeito à ciência, à tecnologia, à cura de doenças, mas nós vamos muito mal no que diz respeito ao ser humano”, avaliou.
Nesse contexto, ela falou sobre depressão e sofrimento, lembrando que a Organização Mundial da Saúde já havia anunciado que a doença mais incapacitante do século XXI seria a depressão. Mosé ressaltou ainda que o suicídio era, há décadas, uma das principais causas de morte entre crianças e jovens de 8 a 14 anos e que, mais recentemente, essa faixa etária mudou para 5 a 14 anos. “Quando crianças tiram suas vidas, nós fracassamos muito porque criança é o que nos dá alegria, criança é nossa esperança”, afirmou.
A psicanalista criticou o avanço da medicalização, alertando para o uso indiscriminado de psicotrópicos. Ela alertou que a indústria farmacêutica lucra com diagnósticos rápidos e soluções medicamentosas que afastam os indivíduos de seus processos internos. Segundo Mosé, a medicação tira o sintoma da dor, impedindo que a pessoa elabore a própria experiência, o que causa a homogeneização dos comportamentos humanos.
Outro ponto central da palestra foi a compreensão da vida como expansão. Segundo Mosé, a natureza e o próprio universo indicam que o movimento físico que move as nossas vidas é para fora e o humano somente evolui ao ampliar sua capacidade de afeto, presença e consciência. “Ou nós transformamos o humano em algo mais amplo, ou nós morreremos de inanição psíquica”, alertou. Ela ainda destacou que a crise atual exige novos valores e novas formas de relação mais honestas.
Por fim, Viviane Mosé defendeu a retomada dos vínculos humanos, do afeto e da capacidade de estar consigo mesmo. “Não estou dizendo que você tem que estar sozinho o tempo inteiro, mas se você não for capaz de estar sozinho, você vai se vender em qualquer relacionamento, em qualquer coisa”, afirmou.
Viviane Mosé encerrou convocando o público a assumir uma postura mais consciente diante da própria existência. “É preciso aprender a respirar fora da bolha civilizatória”, afirmou. Para ela, o momento atual não é apenas de crise, mas de oportunidade: a chance de construir um ser humano mais amplo, capaz de estar consigo mesmo, de sustentar vínculos verdadeiros e de reencontrar o sagrado da vida.
Além da palestra de Viviane Mosé, o evento marcou a celebração dos 18 anos de criação da Ejud 18. A programação incluiu homenagens à idealizadora da Escola, ministra Dora Maria da Costa, aos ex-diretores e a um servidor da Ejud. Todos receberam um box ou coletânea de livros. Veja quem são os homenageados no fim da matéria.
A diretora da escola, desembargadora Rosa Nair da Silva Nogueira Reis, ressaltou o significado emblemático da data: “Dezoito anos! A maioridade simbólica que nos convida a olhar para trás com orgulho e para frente com renovada responsabilidade”. A desembargadora destacou a presença da ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Dora Maria da Costa, reconhecendo seu papel fundamental na criação da instituição. “Foi seu sonho, sua visão estratégica e sua determinação que deram vida à Escola Judicial do TRT-GO”, apontou a magistrada.
Rosa Nair também dirigiu agradecimentos aos ex-diretores e ex-diretoras que conduziram a Escola ao longo dos 18 anos, citando nominalmente cada um deles e destacando suas contribuições individuais. Também fez referência especial ao servidor Gil César Costa de Paula, secretário da escola há quase 15 anos, afirmando: “Você é a memória viva e o coração operacional da Ejud 18.”
A diretora destacou ainda que o tema da palestra de Viviane Mosé está alinhado à missão institucional da escola. “Não basta formar tecnicamente magistrados e servidores. Precisamos formar pessoas sensíveis, conscientes de seu papel transformador na sociedade”, afirmou.
A desembargadora apresentou os resultados alcançados pela Escola Judicial ao longo de 2025. Ressaltou as mais de 6 mil vagas ocupadas por servidores e 673 por magistrados, em um total de 81 eventos de capacitação feitos só este ano. Para Rosa Nair, os números refletem o compromisso contínuo da instituição. “A Escola Judicial manteve seu compromisso com a excelência pedagógica e a formação continuada”, afirmou. Ela também agradeceu a todos que contribuíram com a Ejud 18 desde sua fundação, mencionou a parceria com a Amatra 18 e afirmou que toda a comunidade goiana acabou por usufruir do trabalho sério e competente que foi realizado pela escola.
Ao falar do futuro, a magistrada destacou que a escola está preparada para enfrentar desafios como transformações tecnológicas e novas relações de trabalho. E concluiu: “Que a Escola Judicial do TRT da 18ª Região continue, por muitos e muitos anos, cumprindo sua nobre missão de formar não apenas operadores do Direito, mas agentes de transformação social.”
Ao discursar, o presidente do TRT-GO, desembargador Eugênio Cesário, destacou a importância da Escola Judicial na formação continuada de magistrados e servidores, mencionando a “modernidade líquida” de Zygmunt Bauman para ilustrar o quanto o conhecimento necessário ao trabalho é dinâmico e exige constante atualização.
O presidente também anunciou o lançamento da edição especial da Revista do tribunal, comemorativa dos 35 anos do TRT-GO e dos 18 anos da Ejud 18. O presidente mencionou que a publicação reúne artigos de vários especialistas, destacando o do ministro do TST Douglas Alencar e o do desembargador Valdir Florindo, presidente do TRT da 2ª Região (SP), maior tribunal do país.
Na sequência, Eugênio Cesário ressaltou o desempenho de destaque de juízes e desembargadores do TRT-GO no cenário nacional ao lembrar que, considerada a produtividade per capita, a 18ª Região ocupa justamente a segunda posição, ficando atrás apenas do próprio TRT-2.
O presidente incentivou magistrados e servidores a prestigiarem a programação da Escola Judicial e a colaborarem na definição do próximo projeto pedagógico, ressaltando o trabalho da desembargadora Rosa Nair, diretora da Ejud 18, na condução das atividades formativas. Ele também trouxe informações atualizadas sobre o andamento do projeto de ampliação do TRT-GO no Conselho Superior da Justiça do Trabalho. Explicou que a proposta deve entrar em pauta até fevereiro, no contexto da política nacional de equalização de força de trabalho que já alcança magistrados e será estendida aos servidores. Eugênio Cesário rendeu homenagem à ministra Dora Maria da Costa, ex-desembargadora do TRT-GO e uma das construtoras do tribunal, destacando a honra de tê-la presente na celebração.

Desembargador Eugênio Cesário, com o troféu do Prêmio CNJ de Qualidade, e alguns dos homenageados no evento da Ejud
Durante o evento, o presidente ainda mostrou ao público o troféu do Prêmio CNJ de Qualidade, que o TRT-GO conquistou pela sexta vez na categoria Diamante. Segundo ele, apesar de ser leve, fisicamente, o prêmio tem uma carga de trabalho e dedicação de todo o tribunal. Eugênio Cesário ainda lembrou que o tribunal recebeu o prêmio em outras ocasiões nas categorias Ouro e Prata, totalizando oito premiações. Por fim, o presidente disponibilizou o troféu ao público para fotos ao final do evento.
Durante a celebração dos 18 anos da Ejud, o desembargador Platon Teixeira de Azevedo Filho falou em nome dos ex-diretores homenageados. O decano do tribunal ressaltou o encerramento de mais um ano letivo da Escola Judicial e reconheceu o papel de magistrados, servidores e colaboradores na consolidação da instituição. Em seu discurso, registrou homenagens aos gestores que estruturaram e fortaleceram a escola ao longo de quase duas décadas, afirmando que a trajetória da escola é marcada por coragem, compromisso com o conhecimento e a convicção de que a educação continuada é pilar fundamental do serviço público.
Platon Filho fez um percurso histórico pelas gestões anteriores, citando a ministra Dora Maria da Costa, responsável por iniciar, em 2006, a tramitação que deu origem à escola, e reconhecendo a atuação de todos os ex-diretores, de Gentil Pio de Oliveira a Iara Teixeira Rios. Em tom pessoal, relembrou episódio da criação da sede própria da Ejud 18 e agradeceu à desembargadora Elza Cândida, destacando que as atuais instalações se devem à sua iniciativa. Ao final, afirmou que as conquistas da escola permanecem vivas “em cada curso ministrado e em cada decisão mais justa”, reiterando sua gratidão a todos que contribuíram para que a Ejud se tornasse referência em educação judicial.
Durante seu discurso, a ministra Dora Maria da Costa, que integrou o TRT-GO por duas décadas e dedicou 38 anos à magistratura trabalhista, emocionou o público ao anunciar sua despedida. “Ao longo desses 38 anos, procurei honrar essa responsabilidade com serenidade, coerência e humanidade”, afirmou, ressaltando que, embora não tenha sido perfeita, sempre foi íntegra e verdadeira na busca pelo justo. Ela destacou a trajetória construída no tribunal desde sua criação, lembrando que acompanhou o nascimento da 18ª Região ainda quando a lei tramitava no Congresso.
Em sua fala, a ministra também destacou a alegria de celebrar o aniversário da Escola Judicial, lembrando que participou da semente inicial da Ejud e expressando orgulho ao ver a instituição consolidada e essencial para a formação continuada de magistrados e servidores. “Aqui aprendi que a justiça é obra coletiva, construída no cuidado diário dos servidores, no compromisso dos magistrados e no esforço silencioso das equipes que garantem que a máquina pública funcione com dignidade”, disse.
Ao anunciar a aposentadoria, Dora afirmou encerrar o ciclo profissional com gratidão e definiu essa fase não como um ponto final, mas como “uma vírgula generosa que nos permite respirar e reinventar caminhos”. Ela relembrou conquistas, desafios e histórias que moldaram sua trajetória, declarou levar consigo o amor pela missão de fazer justiça e encerrou recitando versos sobre novos começos. Ao agradecer à instituição e aos colegas, reafirmou o vínculo afetivo com o TRT-GO, a quem chamou de sua segunda casa. “Despeço-me com o coração cheio de histórias, aprendizados e, sobretudo, de gratidão”, finalizou.
Veja o currículo resumido de cada um dos homenageados:
Dora Maria da Costa (idealizadora da Ejud 18)
Natural de Dores do Indaiá (MG), formada em Direito pela PUC Minas (1979) e especialista em Direito e Processo do Trabalho pela UFG. Aprovada em concurso público para servidores do TRT-3 (MG) em 1979. Ingressou na magistratura trabalhista como juíza auxiliar do TRT-10 (DF/TO) em 1987. Entre 1988 e 2002, presidiu Varas do Trabalho da 10ª (DF/TO) e da 18ª (GO) Regiões, até ser promovida a Juíza do TRT-GO. Presidiu o regional goiano no biênio 2005/2007. Foi a idealizadora da Ejud 18, criando a unidade em dezembro de 2006, sob a nomenclatura Ematra-GO. Foi juíza substituta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em março de 2007 e tomou posse como ministra do tribunal em maio de 2007. Foi conselheira do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) no biênio 2014/2016. Dirigiu a Escola Nacional da Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) entre 2020 e 2022. Foi vice-presidente do TST e do CSJT entre fevereiro e outubro de 2022, além de ter atuado como corregedora-geral da Justiça do Trabalho no biênio 2022/2024.
Gentil Pio de Oliveira (2007 a 2009 – primeiro diretor da Ejud)
Atual vice-diretor da Ejud 18. Natural de Santo Antônio do Monte (MG), é formado em Direito pela Faculdade de Direito de Anápolis (1978). Aprovado em concurso público para juiz do Trabalho substituto da 10ª Região (DF/TO) em 1989. Após promoção em 1992, foi juiz titular da 5ª VT de Goiânia e das 2ª e 4ª VTs de Anápolis. Atuou como ouvidor do TRT-GO entre julho de 2000 e fevereiro de 2001, além do biênio 2017/2019, sendo o primeiro ouvidor do tribunal. Tomou posse como desembargador do TRT-GO em 2004. Foi o primeiro diretor da Escola Judicial, dirigindo a unidade durante o biênio 2007/2009. Presidiu o regional goiano entre 2009 e 2011. Foi conselheiro do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) entre 2010 e 2011.
Mário Sérgio Bottazzo (2009 a 2011)
Natural de Araçatuba (SP), é formado em Direito pela Faculdade de Direito Riopretense. Foi juiz do Trabalho substituto no TRT-10 (DF/TO), em 1991; no TRT-9 (PR), em 1991; e no TRT-18 (GO), em 1992. Presidiu a Junta de Conciliação e Julgamento (JCJ) de Rio Verde (1992-1993), da 7ª JCJ de Goiânia (1993-1996) e da 3ª JCJ de Anápolis (1997-2002). Foi presidente da Amatra no biênio 1995/1996. Após promoção, foi titular das 6ª (2002-2004) e da 13ª VTs de Goiânia (2005-2007). Tomou posse como desembargador do TRT-GO em 2007. Foi diretor da Ejud 18 no biênio 2009/2011 e presidiu o tribunal entre 2011 e 2013. Atualmente é um dos gestores regionais do Programa Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Escravo e ao Tráfico de Pessoas e de Proteção ao Trabalho Migrante (Pete+).
Elza Cândida da Silveira – desembargadora aposentada (2011 a 2013)
Nascida em Sacramento (MG), formada em Direito pela PUC-SP e especialista em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho, Direito Empresarial e Direito Processual Civil pela UniGoiás. Assumiu o cargo de juíza do Trabalho substituta do TRT-GO em 1992, sendo nomeada titular da VT de Itumbiara no ano seguinte e transferida para a 8ª VT de Goiânia em seguida. Promovida à desembargadora em janeiro de 2009. Foi diretora da Ejud 18 entre 2011 e 2012 e presidiu o tribunal no biênio 2013/2015.
Platon Teixeira de Azevedo Filho (2013 a 2015 e 2023 a 2025)
Nascido no Rio de Janeiro (RJ) e formado em Direito pela UFMG, foi aprovado em concurso público para juiz do Trabalho substituto da 3ª Região (MG) em 1980. Foi juiz do Trabalho presidente da 1ª Junta de Conciliação e Julgamento (JCJ) de Goiânia (1983 e 1988) e de Brasília (1985). Juiz togado do TRT-GO em 1990, presidiu o tribunal nos biênios 1997/1999 e 2017/2019. Convocado a atuar no TST nos períodos de fevereiro a junho de 1999, agosto a dezembro de 1999 e de fevereiro a junho de 2000. Dirigiu a Ejud 18 nos biênios 2013/2015 e 2023/2025.
Kathia Maria Bomtempo de Albuquerque (2015 a 2017)
Natural de Curitiba (PR), formada em Direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (SP) e aprovada em concurso público para juíza do Trabalho substituta do TRT-10 (DF/TO) em 1989. Foi presidente da Junta de Conciliação e Julgamento (JCJ) de Catalão e da 6ª JCJ de Goiânia em 1992, além de juíza togada do TRT-GO em 2002. Presidiu o regional goiano no biênio 2003/2005 e foi diretora da Ejud 18 entre 2015 e 2017. Atua como coordenadora do Subcomitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina e de Igualdade de Gênero e gestora do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem. Foi ouvidora do TRT-GO no período de 2023 a 2025 e é a atual ouvidora da Mulher do tribunal, além de ser a vice-presidente do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum).
Elvecio Moura dos Santos (2017/2019)
Nascido em Ponte Alta do Tocantins (TO), formado em Administração de Empresas e Pública (1980), Ciências Contábeis (1982) e Direito (1985) pela UniAnhanguera. Especialista em Direito e Processo do Trabalho pela UFG (1997), mestre em Direito pela UFG (2000) e doutorando em Direito Laboral pela Universidade de Buenos Aires (2009). Foi procurador do Trabalho da PRT-18 (GO) de 1993 a 2003. Tomou posse como desembargador do TRT-GO em 2003, ocupando vaga do quinto constitucional destinada ao MPT. Presidiu o tribunal no biênio 2007/2009. Foi ouvidor do TRT-GO entre 2015 e 2017, além de ter dirigido a Ejud 18 entre 2017 e 2019. Atual coordenador do Comitê de Documentação e Memória.
Eugênio José Cesário Rosa (2019/2020)
Natural de Alvarenga (MG), é formado em Direito pela UnB (1984), especialista em Direito Financeiro e Tributário, pós-graduado em Finanças Públicas e doutorando pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL). Assessor Especial do Ministério da Educação, atuando como parecerista e em inspeções e auditorias in loco, nos órgãos e entidades vinculados ao ministério, entre 1984 e 1991. Foi aprovado no concurso público para juiz do Trabalho substituto do TRT-11 (AM/RR), tomando posse em 1991. Em 1993 tomou posse no TRT-GO, onde foi juiz titular da 2ª e da 16ª VTs de Goiânia, além de ter assumido a então Junta de Conciliação e Julgamento da cidade de Goiás. É membro efetivo do Comitê de Planejamento Estratégico do TRT de Goiás desde 2010. Foi coordenador do Programa Trabalho Seguro entre 2017 e 2018 e diretor da Escola Judicial entre 2019 e 2020. Atualmente é o presidente do TRT-GO no biênio 2025-2027, além de conselheiro do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, representando a região Centro-Oeste.
Iara Teixeira Rios (2021/2023)
Natural de Goiânia (GO), é formada em Direito pela UFG (1994), especialista em Direito do Trabalho pela PUC Goiás (1997), especialista em Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho pela UFG (2002) e mestre em Direitos Sociais e Processos Reivindicatórios pelo Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB). Foi procuradora do Trabalho na PRT-15 (Campinas/SP) em 1999, na PRT-10 (DF/TO) em 2000/2001 e na PRT-18 (GO) entre 2001 e 2014. É desembargadora do TRT-GO desde 2014, quando assumiu vaga destinada ao Ministério Público pelo Quinto Constitucional. Foi coordenadora da Comissão Regional de Combate ao Trabalho Infantil, de março de 2015 a março de 2018; coordenadora da Comissão de Incentivo à Participação Institucional Feminina entre 2019 e 2021; diretora da Escola Judicial do Tribunal no biênio 2021-2023 e coordenadora do Subcomitê de Acessibilidade e Inclusão do TRT-GO de 2023 a 2025. Atualmente é vice-presidente e corregedora do TRT-GO no biênio 2025-2027.
Gil César Costa de Paula
Natural de Morrinhos (GO), é analista judiciário do TRT-GO desde julho de 1992. Gil César formou-se em Ciências Sociais pela UFG (1986) e em Direito pela UFG (1991). É especialista em História pela UFG (1996), especialista em Direito Penal pela UFG (1992) e mestre em Direito pela UFG (1999). Atualmente é secretário da Escola Judicial, cargo que exerce há cerca de 15 anos. É professor do curso de Direito e do mestrado em Serviço Social na PUC Goiás. Possui Doutorado em Educação e Pós-doutorado em Direito. Também é associado e parecerista do Conselho Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Direito (Conpedi).
Assista ao vídeo sobre os 18 anos da Ejud, idealizado pela escola e produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social.
Acesse também a Revista TRT-18 especial dos 35 anos do tribunal e dos 18 anos da Ejud.
Comunicação Social do TRT-GO
Ficou em dúvida quanto ao significado de algum termo jurídico usado nessa matéria?
Consulte o dicionário jurídico.
Esta matéria tem cunho meramente informativo, sem caráter oficial.
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.
Coordenadoria de Comunicação Social
Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região
comunicacao@trt18.jus.br