Presidente do TRT-GO apresenta campanha do Coleprecor pela valorização da Justiça do Trabalho

Presidente do TRT-GO, Breno Medeiros (ao centro), vice-presidente Paulo Pimenta (às direita) e juiz Luciano Crispim (à esquerda) durante cerimônia de premiação das VTs

O presidente do Tribunal Regional do Trabalho de Goiás, desembargador Breno Medeiros, apresentou a magistrados e servidores do Tribunal, na última sexta-feira (31/3), a campanha que o Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais do Trabalho (Coleprecor) lançou pela valorização da Justiça do Trabalho. O desembargador-presidente exibiu uma das peças publicitárias da campanha nacional durante a solenidade de premiação das Varas da 18ª Região que tiveram melhor desempenho no ano de 2016. O evento aconteceu no auditório do Fórum Trabalhista de Goiânia.

“Será uma campanha perene de toda a Justiça do Trabalho”, explicou Breno Medeiros ao mostrar num telão um dos banners com o lema da campanha, que é “Seus direitos estão garantidos na Justiça do Trabalho. Justiça, nosso trabalho”. Ele pediu o engajamento de todos nessa ação em defesa do Judiciário Trabalhista e disse que outras entidades serão convidadas a participar do movimento, entre elas a OAB-GO, a Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas (Agatra) e o Ministério Público do Trabalho.

Conforme frisou o presidente do TRT-GO, o importante é mostrar o quanto a Justiça do Trabalho é essencial para a população. “Nós não fabricamos causas, nós simplesmente julgamos as que chegam a nós e não somos os responsáveis pela crise econômica. Temos hoje uma das melhores leis sociais. Seguimos a OIT e somos considerados um dos melhores nesse ramo em todos os países. Também não somos jabuticaba que só tem no Brasil, como disse o Boechat”, afirmou Breno Medeiros, em referência a recente crítica feita pelo jornalista Ricardo Boechat à Justiça do Trabalho.

O Judiciário Trabalhista em todo o país foi alvo, no início de 2016, de cortes orçamentários significativos que colocaram em risco o funcionamento de vários Regionais. O TRT-GO foi um dos mais atingidos pelo corte e teve, inclusive, de reduzir seu horário de atendimento ao público, além de ser obrigado a adotar drásticas medidas de contenção de gastos para manter-se em atividade até dezembro.

Wendel Franco/Seção de Imprensa-CCS

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