Vice-presidência do TRT empossa juiz auxiliar

Da esquerda para a direita: desembargadores Mário Bottazzo e Daniel Viana, juiz Kleber Waki, vice-presidente Paulo Pimenta, presidente Breno Medeiros e juiz Luciano Crispim, presidente da Amatra18

O desembargador Paulo Pimenta, vice-presidente e corregedor-regional, deu posse nesta sexta-feira, às 15h30, ao juiz auxiliar da vice-presidência, Kleber Waki. A solenidade foi realizada na sede da Associação dos Magistrados Trabalhistas da 18ª Região (Amatra18). É a primeira vez que a vice-presidência conta com um juiz auxiliar, que fará a interlocução com os magistrados de primeiro grau. “Ressalto o acerto da escolha do juiz Kleber Waki e a segurança que a presença de um magistrado dará para o trabalho da equipe da corregedoria”, ressaltou o desembargador Paulo Pimenta.

O vice-presidente aproveitou a ocasião para pedir um voto de confiança dos magistrados para a nova administração. “Temos as melhores intenções e queremos fazer diferente, mas peço um pouco de paciência para alterar o que nos possa ajudar a nos tornar um tribunal ainda melhor”, enfatizou. Ele destacou o respeito pelo papel institucional da Amatra e a abertura para o diálogo.

O presidente do TRT, desembargador Breno Medeiros, disse que a ideia de colocar um magistrado na corregedoria foi muito bem-vinda e trata-se de uma deferência à magistratura de primeiro grau. “A administração é a diretoria, é o Pleno, são os juízes e a partir dessa união de esforços conseguimos cumprir as metas”, comentou o presidente ao mencionar o orgulho que sente quanto ao cumprimento em 2016, pela primeira vez nos últimos anos, da Meta 1 do CNJ, ou seja, as 48 varas do trabalho conseguiram solucionar mais processos do que os recebidos. O desembargador também ressaltou o aumento da capacidade de julgamento do primeiro grau nos últimos cinco anos que aumentou em 40,57% enquanto o aumento da demanda cresceu 27,98%. “É importante agradecer aos magistrados pela dedicação e empenho”, concluiu.

O juiz Kleber Waki disse que pretende fazer jus às expectativas e à confiança depositada no seu trabalho. “A diferença é a nossa maior riqueza e ressalto a admiração por todos os colegas”, afirmou. Já o presidente da Amatra18, juiz Luciano Crispim, disse que a posse na sede da entidade foi uma oportunidade de integração da administração com os magistrados e desejou êxito nas atividades da corregedoria.

 

Fabíola Villela – Seção de Imprensa/CCS

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