Nova diretoria da Escola Judicial toma posse

Da direita para a esquerda: juiz Alexandre Piovesan, juiz Fabiano Coelho, desembargadora Iara Rios, desembargador Eugênio Rosa, juiz Platon Neto, desembargador Geraldo Nascimento e desembargadora Silene Coelho

A nova diretoria da Escola Judicial do TRT18 foi empossada na manhã desta segunda-feira, 4/2. O novo diretor da Escola Judicial, desembargador Eugênio Cesário Rosa, deu posse à desembargadora Iara Teixeira Rios, no cargo de vice-diretora da Escola, e ao juiz Platon Teixeira Neto, no cargo de coordenador pedagógico. Também foram empossados como conselheiros os desembargadores Geraldo Nascimento e Silene Coelho e os juízes Fabiano Coelho e Alexandre Piovesan.

Na abertura da solenidade, o desembargador Elvecio Moura, que deixa o cargo de diretor da EJ, agradeceu à equipe da Escola Judicial e falou um pouco do trabalho realizado pela Escola nos últimos dois anos, com a ocupação de 3.303 vagas nos cursos realizados em 2017 e 4.036 em 2018, o que equivale a uma média de ocupação de 2,4 vagas por aluno, contando a clientela de 1656 pessoas, entre servidores e magistrados. Elvecio ressaltou o time de excelências que o desembargador Eugênio Cesário conseguiu montar e desejou uma excelente gestão.

Desembargador Eugênio Cesário Rosa

O desembargador Eugênio Cesário elogiou o desempenho do desembargador Elvecio Moura e sua equipe à frente da Escola e disse que graças a ele e aos diretores anteriores a Escola conseguiu o prestígio e a respeitabilidade que tem hoje. Eugênio agradeceu a confiança dos colegas do Tribunal por terem lhe escolhido como diretor da Escola judicial e afirmou que a prioridade da sua gestão será cumprir a pauta da Escola Judicial com a realização da carga horária obrigatória para servidores e magistrados, tentando sincronizar os cursos da melhor maneira com as necessidades atuais. Ele também pretende reformular o corpo normativo dessa participação de modo a permitir a certificação e o reconhecimento do Tribunal para fins de promoção.

O novo diretor da Escola Judicial também lembrou do momento difícil porque passa a Justiça do Trabalho e, após citar o filósofo do Direito Norberto Bobbio, ressaltou que a sociedade precisa entender o que é essa Especializada e o que ela faz. “Essa Escola tem um papel muito importante, eu diria até nevrálgico. Nós podemos tirar daqui boas respostas, nós podemos aperfeiçoar aqui a formação da mentalidade e da consciência de quem nós somos e onde estamos nesse momento institucional no Brasil”, comentou.

Juiz Platon Neto

O juiz Platon Teixeira de Azevedo Neto, novo coordenador pedagógico da Escola, disse que estão entre os projetos para essa gestão dar andamento ao Plano Anual de Capacitação de magistrados e servidores. Esse plano, segundo ele, inclui a palestra de abertura do ano letivo com a ministra do TST Cristina Peduzzi e quatro grandes seminários temáticos, um deles sobre Direito e transformação digital. “Teremos ainda um grande evento sobre Jurisprudência do TST e do STF e ainda teremos eventos tratando a execução trabalhista e, no fim do ano, um evento sobre Direitos Humanos e Controle de Convencionalidade”, contou. Ele ainda citou dois outros importantes eventos que são o congresso do IGT e o XXVIII Conpedi, que é um evento nacional que vai ser realizado em Goiânia.

Platon Neto ainda ressaltou que está em discussão uma nova metodologia pedagógica para a Escola Judicial do TRT18, que é a metodologia ativa, que é uma forma contemporânea de ensino em que o aluno colabora de forma mais participativa no aprendizado. “O que se pretende? Sair daquela exposição tradicional em que um professou ou palestrante expõe e o aluno fica apático, passivo para uma atuação mais ativa e mais participativa. Acreditamos que a Escola precisa realmente avançar nessa metodologia que já é o futuro no ensino do Direito”, explicou.

Lídia Neves/Setor de Imprensa

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