Apresentação – EJ

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A Escola da 18ª Região foi instituída por meio da Resolução Administrativa nº 83/2006, editada em 12 de dezembro de 2006, com a denominação de Escola da Magistratura do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região – EMATRA-GO.

Em 16 de outubro de 2007, por meio da Resolução Administrativa nº 73/2007, a EMATRA-GO passou a denominar-se ESCOLA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO DA MAGISTRATURA – EMAT 18.

Mais recentemente, por recomendação da ENAMAT – Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho, com o objetivo de se adotar denominação uniforme para as Escolas Judiciais do Trabalho, o TRT 18ª editou a Resolução Administrativa nº 82/2009, que alterou a nomenclatura para ESCOLA JUDICIAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO.

A missão da Escola Judicial, conforme definida pelo Conselho Consultivo em reunião realizada em 1º de agosto de 2011 para iniciar os trabalhos do Planejamento Estratégico, é:

“Promover o aperfeiçoamento teórico e prático de magistrados, servidores e demais auxiliares, visando a excelência da prestação jurisdicional, com foco na solução humanizada dos conflitos sociais.”

E a visão:

“Criar um ambiente que favoreça o engajamento de todos no aperfeiçoamento profissional e pessoal, construindo uma instituição comprometida com a reflexão, produção e disseminação do conhecimento.”

Na proposta atual,  os setores que se ocupam da formação dos magistrados, servidores e colaboradores do Tribunal, bem como os setores que atuam no manejo de informações legislativas, jurisprudenciais, teóricas e históricas se encontram reunidos na Escola Judicial. A Seção de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, a Seção de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores e a Seção de Educação a Distância. A Biblioteca, o Centro de Memória e a Seção de Jurisprudência e Legislação.

A nova estrutura visa, precipuamente, a otimização da gestão do conhecimento no âmbito do Tribunal.

A EJ-18 passa, então, a ter como objetivos:

  • A capacitação, treinamento e formação continuada dos magistrados, servidores e colaboradores vinculados ao TRT-18ª Região, tanto no que se refere às áreas técnicas, como em questões relacionadas ao auto-desenvolvimento e desenvolvimento da cultura organizacional;
  • A promoção do desenvolvimento das competências dos magistrados, servidores e demais colaboradores nas áreas jurídica, jurídico-administrativa, TI, Língua Portuguesa e técnicas de redação, sociologia, filosofia, elaboração de laudos periciais, dentre outros;
  • Possibilitar aos juízes e servidores estarem sintonizados com os avanços da ciência jurídica e outras questões relacionadas à sua atuação profissional, bem assim propiciar que aos poucos adquiram ou desenvolvam uma consciência crítica do Direito e sua aplicação, permeada por uma visão humanista, dando especial ênfase aos aspectos psicológicos, sociológicos, culturais e filosóficos;
  • Promover, em ação conjunta com a QVT e/ou outros órgãos desta Corte, treinamentos voltados para o indíviduo e sua capacidade de auto-desenvolvimento. Tais treinamentos são aqueles que envolvem auto-conhecimento, identificação do próprio potencial, administração do tempo, eleição de prioridades, planejamento pessoal, desenvolvimento de habilidades, desenvolvimento da criatividade, liderança e habilidades gerenciais,  dentre outros temas que podem ser explorados de modo a desenvolver o trabalhador de maneira holística;
  • Desenvolver a cultura organizacional, promovendo treinamentos para
    fortalecer as noções sobre a missão, visão e valores do Tribunal, alinhando as ações dos trabalhadores à razão de ser do nosso Tribunal, ressaltando a importância da participação de cada um, enquanto integrante deste organismo, na dinâmica que resulta na prestação jurisdicional de qualidade.

A proposta se justifica pela necessidade de adequação do Tribunal às mudanças cada vez mais velozes da nossa sociedade, notadamente no que respeita à produção e disseminação do conhecimento, e ao acesso à informação e à tecnologia como ferramenta de trabalho.

Essas questões não são mais novidade nem se situam em um futuro distante, ao contrário, vem afetando cotidianamente nossa atuação profissional. Nesse contexto, é preciso que se busque o constante desenvolvimento.

Atento a estas demandas, o Tribunal pretende disponibilizar os mecanismos necessários ao desenvolvimento de seus integrantes por meio da atuação da EJ-18, visando cumprir a missão institucional de “SERVIR BEM À SOCIEDADE, FACILITANDO O ACESSO DO CIDADÃO À JUSTIÇA E PROMOVENDO A SOLUÇÃO DOS CONFLITOS TRABALHISTAS DE FORMA RÁPIDA E EFETIVA”, bem como alcançar do propósito de “SER MODELO DE GESTÃO, REFERENCIAL DE CREDIBILIDADE E RESPEITO PERANTE A SOCIEDADE PELA EXCELÊNCIA NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS JUDICIAIS”.


Anexos
    Desembargadora Elza Cândida da SilveiraLogo Escola Judicial

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