CNJ premia boas práticas de conciliação e concede menção honrosa a juíza do TRT18

Atuação da juíza Wanda Lúcia mereceu menção honrosa na premiação

O Conselho Nacional de Justiça premiou, nesta terça-feira (6/2), os vencedores da oitava edição do Prêmio Conciliar é Legal. Foram 12 categorias, entre elas os tribunais que alcançaram os maiores índices de conciliação nos 12 meses anteriores à campanha e os tribunais que mais conciliaram durante a Semana Nacional de Conciliação, ocorrida em 2017. A  premiação foi realizada em Brasília, após o término da primeira Sessão Plenária do CNJ.

A solenidade foi conduzida pela presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmem Lúcia, e prestigiada pelo presidente e vice-presidente do TRT18, respectivamente, desembargadores Platon Teixeira Filho e Paulo Pimenta, e pelo diretor da secretaria da Corregedoria Regional da Corte Trabalhista goiana, Marcelo Marques.

A juíza Wanda Lúcia Ramos, titular da 7ª Vara do Trabalho de Goiânia e coordenadora pedagógica da Escola Judicial do TRT18, também participou do evento. Ela recebeu menção honrosa na categoria Instrutores em Mediação e Conciliação do Prêmio Conciliar é Legal. A homenagem se deve à atuação da magistrada no curso de Capacitação de Conciliadores e Mediadores Judiciais do Regional goiano.

Wanda Lúcia destacou que essa honra não pertence só a ela e que a divide com todos aqueles que acreditaram, apoiaram e deram as condições para a realização do curso, com os que participaram e, especialmente, com aqueles que se beneficiaram com a presença de conciliadores motivados e atentos a uma nova postura. “A honra é nossa e torna alegre e significativo o nosso servir”, frisou a juíza.

O Prêmio Conciliar é Legal foi lançado em 2010 e tem como objetivo identificar, disseminar e estimular ações de modernização na Justiça, sobretudo aquelas que contribuem para a pacificação de conflitos. Podem participar do Prêmio os tribunais, magistrados, instrutores de mediação e conciliação, instituições de ensino, professores, estudantes, advogados, usuários, empresas ou qualquer ente privado, mediante a apresentação de práticas autocompositivas executadas individualmente ou em grupo. 

Setor de Imprensa-CCS, com informações do portal do CNJ

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