Correição: 15ª VT de Goiânia tem ótimo desempenho no IGEST

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A 15ª Vara do Trabalho de Goiânia apresentou um excelente desempenho conforme o Índice Nacional de Gestão de Desempenho da Justiça do Trabalho (IGest), que sintetiza indicadores como acervo, celeridade, produtividade e taxa de congestionamento em relação à força de trabalho com a finalidade de contribuir para o aprimoramento da gestão das Varas do Trabalho do país. A unidade ocupa o 82º dentre as 655 varas trabalhistas do Brasil e está na 4ª posição entre as VTs de Goiânia. É o que mostrou a correição realizada pela Corregedoria Regional da Justiça do Trabalho em Goiás.

No ano passado, a 15ª VT de Goiânia conseguiu cumprir 6 das 7 metas nacionais do CNJ, desempenho considerado muito bom pelo corregedor regional, desembargador Daniel Viana Júnior, o que contribuiu para que o TRT de Goiás conseguisse o selo na categoria Diamante. O corregedor parabenizou os magistrados Marcelo Nogueira Pedra (titular) e Camila Baião Vigilato (auxiliar), bem como toda a equipe de servidores “pela rigorosa observância das orientações repassadas pela Administração do Tribunal e pela Corregedoria Regional, voltadas para o atingimento das metas nacionais e específicas da Justiça do Trabalho”.

Números

Em 2019, a unidade recebeu 1.733 novas ações trabalhistas, um aumento de 10% em relação a 2018 (158 processos a mais). Já quando se considera o último triênio, a Vara recebeu, em média, 1.803 processos por ano. Nos três primeiros meses deste ano foram recebidos 390 processos e a projeção inicial da Corregedoria era que esse número chegasse a 1560 processos até o fim do ano. Entretanto, o desembargador-corregedor ressaltou que, por conta da pandemia da covid-19, o cenário ainda se mostra incerto para estimar a demanda processual deste exercício.

Com relação ao prazo médio de duração do processo, desde o ajuizamento até a sentença, a Correição apurou que a unidade tem conseguido manter os prazos abaixo da meta fixada, que é de 90 e 180 dias, respectivamente, para os processos que tramitam nos ritos sumaríssimo e ordinário. Segundo os dados estatísticos, o prazo médio da entrega da prestação jurisdicional no rito sumaríssimo, que era de 61 dias no ano de 2018, diminuiu para 56 dias no ano passado. Já no rito ordinário, o prazo médio teve maior queda, passando de 142 dias em 2018 para 122 dias em 2019.

Por fim, o desembargador-corregedor registrou especial agradecimento aos servidores da 15ª VT pela “valiosa colaboração dada na execução do Projeto Garimpo”, que busca devolver dinheiro esquecido em contas judiciais a seus donos. Daniel Viana os estimulou a continuar dando atenção ao projeto, principalmente em razão dos impactos econômicos causados na população devido à pandemia do coronavírus.

Setor de Imprensa

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